Retorno, dando continuidade às informações sobre meu avô: Arthur Paes de Carvalho Barros. Ele nasceu, em 13/abril/1893 e o seu pai, Coronel José Paes de Barros, tinha 33 anos e sua mãe, Ignêz Virgínia de Carvalho Barros, tinha 38. Casou-se com Amélia Soares e teve 7 filhos: à Maria do Carmo Soares Paes (minha mãe) // Hugo Soares Paes // Maria José Paes // José Soares Paes // Ivanise Soares Paes // Juarez Soares Paes e Josilda Soares Paes. Após 76 anos bem vividos, Artur Paes de Carvalho faleceu no dia 17 de abril de 1969, em Recife, mas foi sepultado em Belo Jardim, por exigência dele.
E, com muito orgulho, registro que o meu nome foi uma homenagem que meus pais me fizeram: à José Artur Paes, completando com Vieira de Melo, sendo este a herança do meu pai, Professor Antenor Vieira de Melo, respeitado mestre do idioma português. Destaco um “case” que se propagou aos quatro cantos de Belo Jardim:
=>. Em um seu aniversário, uma aluna o procurou para presenteá-lo com um cartão postal, onde estava escrito, simplesmente:
=> Parabéns Professor Antenor, Saúde e Paz.
Ele, delicadamente, devolveu o cartão, no qual escreveu:
=> O correto seria: Parabenizo-vos transcurso auspiciosa data vosso natalício.
O Professor ainda escreveu e publicou a Pequena Enciclopédia da Língua Portuguesa, com 16 volumes. Modesto, o moço.
Voltando o foco aqui para o Zé, registro que o meu curso secundário e o de meu irmão, Paulo de Tarso, foram realizados no Colégio Salesiano do Recife, na forma de internato. Era o mais chique e conceituado da época e, obviamente, o mais caro colégio de Pernambuco. Lá tínhamos uma missa todos os dias e aos domingos duas. Certa feita, eu cometi o desatino de levar para a igreja 2 almofadas, escondidas, pois os bancos de madeira tinham uma tábua para nos ajoelharmos, e isso era muito incômodo e dolorido, mas obrigatório durante a missa.
Fiquei com 1 almofada e como meu irmão Paulo não quis a outra, um amigo ficou com ela. Só que ele era brincalhão e começou a jogar a almofada para os outros mal-educados que a jogavam de volta, rodopiando pelo alto da Igreja. O Padre disciplinador chegou e disse: Quem trouxe essa almofada e começou essa bagunça?
Eu confessei que trouxera, mas argumentei que não era para zonar na igreja. Ele disse que iria comunicar à Diretoria e eu seria punido. E quando nossa mãe veio renovar as matrículas, o Padre Secretário disse:
Olhe, Dona Carmo, nós só temos uma vaga, e daremos preferência ao Paulo.
É? Bem, em assim sendo, se não ficam os dois, não fica nenhum…
Pessoas amigas, até a próxima postagem e me ajudem, criticando, sugerindo e, quem sabe, elogiando…
Beto, você está certo, porém eu não coloquei “crase”. É o corretor do sistema que muda quando você coloca “sinais” do tipo => para destacar e ele altera…. Abração e obrigado por ler minhas “postagens”,,,,
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Gosto de ler suas postagens, Zé. Poderiam ser mais longas, pois são bem agradáveis para se ler.
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ÔXE, E EU REDUZO E ATÉ DIVIDO EM 2, COMO FOI ESTE DA “PINCELADAS”…. Vou ver como fazer… Abraço,
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