Para relatar os registros da pesquisa jornalística sobre as vicissitudes da vida de todos os brasileiros, objetivando administrá-la sob a ótica das melhorias sociais e legislativas, acreditamos que é indispensável conhecer e adotar a célebre frase de Mahatma Gandhi: “Seja a mudança que você quer no mundo”.
Vale dizer, não adianta só criticar, memorizando todas as emporcalhadas atitudes divulgadas pelas mídias. É indispensável definir o que queremos mudar e porque o queremos, espalhando aos quatro ventos as falcatruas e os canalhas que as alimentam.
A coisa está tão ignóbil que a lista das canalhices não cabe neste trecho do BLOG, só nos restando deixar aqui o endereço que relaciona todos eles. Acessando-o, os nossos fiéis leitores só não terão um derrame cerebral fulminante porque os neurônios já se acostumaram a conviver com tanta imundice. Acessem o seguinte link da Wikipédia e escandalizem-se.
Porém, uma cuidadosa leitura das mídias, impressas e/ou televisivas, nos ajuda a tentar enxergar o caminho do futuro, decepando figurativamente essas cabeças ditas pensantes, as que na realidade guardam um cérebro viciado ou ludibriado pela força da propaganda partidária.
Com a devida vênia da administração do jornal mais antigo em circulação na América Latina, o Diário de Pernambuco, transcrevo o primeiro parágrafo do seu Editorial publicado em uma sexta-feira logínqua (17-11-17), mas eterna em sua essência:
“O repúdio dos brasileiros aos políticos tradicionais é um perigo para o país, mas há que se compreender o tamanho dessa irritação. Dia após dia, todos são açoitados por denúncias de roubalheira de governantes, deputados, senadores, que, como diz um procurador do Ministério Público, se “empapuçam” do dinheiro público”.
Patrimônios exorbitantes e incoerentes para com a renda total obtida por tantos peregrinos de Brasília, nos deixam uma pergunta irrespondível: esses canalhas nunca pensaram que seriam descobertos? A relação de bens do já citado Cabral é absolutamente incompatível com a soma de todas as rendas que ele e a esposa declararam ter direito, racional e juridicamente correto, por toda a vida. Como esconder tal lista?
E essa situação abarca uma máfia moderna da roubalheira nacional que vai desde o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, a cidade maravilhosa, Jorge Picciani até um vereadorzinho do interior do nosso país, passando por jovens bancários da Caixa Econômica Federal – o terceiro maior conglomerado financeiro do Brasil.
Porém, faz-se necessário um alerta: O termo citado nada tem a ver com o “Vereador Zinho”, eleito pela cidade de Turiúba/SP, em condições normais de temperatura e pressão, como dita a ciência da Física.
Pensei em fechar esta postagem com a lista publicada pelo DP no fechamento do editorial supracitado, mas, além de redundância, estaríamos usando uma porta enlameada para concluir esses nossos escritos.
As nossas lembranças serão ativadas, com certeza, nas próximas eleições, ou então o Brasil continuará descendo a ladeira da podridão.

Danou-se! Hoje vc veio com dois quentes entres fervendo.
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Gostei do texto politizado …
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” esses canalhas nunca pensaram que seriam descobertos? ” …. Eles sabem que serão descobertos. Mas, tem a ju$tiça, o stf (composto por ministros que jamais concordariam em abrir seus sugulos bancário, telefõnico e fiscal, como adoram fazer com os outros. Basta analisar friamente o comportamento, claro alinhamento partidário e as ilegalidades tirânicas do stf, que entenderemos o porque. E é por isso que o cabral (com minúsculas) já está solto. Ele e muitos outros. Parece que o Povo gosta de votar em ladrão, mesmo quando sabe que é ladrão. Lastimável. Mais um texto lúcido, trazendo um pouco do passado e lucidez para os que lerem.
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