Em 03 de agosto/18 abordei, aqui no BLOG DO JARTUR, a História do Riso e a aceitação pelos visitantes foi de tal forma simpática que me leva a focar esse tema novamente, buscando as razões que tornam o humor tão prazeroso em seu lado “bom”, e tão nefasto do outro lado. De “mau humor” o mundo está cheio.
Salientei a extraordinária visão do que vem a ser o bom humor, sintetizada pelo dramaturgo, escritor e poeta irlandês, Oscar Wilde em uma única frase: “A vida é muito importante para ser levada a sério”.
Mesmo procurando evitar que esse escrito seja confundido com um estudo técnico científico, tenho que destacar a mola propulsora do bom humor e consequentemente da felicidade, denominada: “Endorfina”, pois está provado que uma boa gargalhada ou um simples sorriso provocam a secreção desse composto bioquímico lá no cérebro, eliminando entre outras coisas nefastas, o stress.
Assim, repito o que já destaquei na postagem A História do Riso: A quase centenária revista Seleções Reader’s Digest sempre afirmou que “Rir é o melhor remédio”. Saiamos então em busca de ativar essa tal de “Endorfina”, sorrindo às gargalhadas ou quase isso, com o que for possível.
Sempre atento a tudo relacionado com o bom humor para fundamentar o que exponho nesta postagem, imaginem a minha surpresa – e porque não dizer, estranheza – ao me deparar com o nome de um restaurante recifense, localizado no Bairro Aflitos: “RISO”.
Sem dúvida era esquisito esse batismo para um estabelecimento comercial. Porém, Célia – minha esposa – esclareceu-me de pronto: “Riso”, em italiano, significa “Arroz” e daí vem “Risoto”. Bem, cada qual, com o seu cada qual. Vamos em frente, lendo agora como alguns dos grandes gênios definiram o Senso de Humor:
Vinícius de Morais:
“É melhor ser alegre do que ser triste. Alegria é a melhor coisa que existe.”Leon Eliachar:
“Humorismo é a arte de fazer cócegas no raciocínio dos outros.”Arthur Schopenhauer:
“O bom humor é a única qualidade divina do homem.”Émile Henriot:
“O bom humor tem algo de generoso: dá mais do que recebe.”
Porém não posso escrever sobre Bom Humor sem reverenciar a genialidade dos criadores das piadas, citando algumas a seguir, e também dizer que ando à procura de quem possa me ajudar a entender a Gêneses das Anedotas: Como e porque surgem? Nas mesas dos bares? Nas rodas de cochichos nas calçadas dos vizinhos fofoqueiros?
Sabidamente, a criatividade do brasileiro é inigualável, pois faz piadas até com a própria desgraça ou mancada.
Vejamos, por exemplo, uma piada bem atual dentro da situação degradante do Rio de Janeiro, mundialmente conhecida como Cidade Maravilhosa:
A professora de química, no Morro do Alemão (RJ), diz:
– Juquinha, o que acontece com um pedaço de ferro deixado ao ar livre aqui no morro?
– Depois de um tempo, oxida todo…
– Muito bem. E com uma barra de ouro?
– Some, no ato…
Finalizando, reproduzo aqui outra luminosa criatividade brasileira, anarquizando com as pesquisas que vemos e ouvimos sobre todos os assuntos:

Muito bom Zé, parabéns!
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Brigadão, Ana, abraço fraterno.
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Como sempre, muito bom!
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Valeu Girley, vindo de você, export em Blog e Comunicações, é muito prazeroso. Abraço forte
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