Gostaria de iniciar este artigo sobre os efeitos do Bom Humor no desempenho das equipes executivas e de vendas, fornecendo alguns fundamentos que me levaram a concluir que os profissionais que defendem este estado de espírito como força-tarefa para dinamizar produtividade e, consequentemente, lucro, estão absolutamente certos.
Por exemplo, Hipócrates, considerado o pai da medicina já utilizava no século IV a.C. animações e brincadeiras na cura dos seus pacientes. E Darwin, pioneiro no estudo da comunicação não-verbal, classificou em seu livro “A expressão das emoções nos homens e nos animais” (1872), o sorriso e o riso entre os movimentos expressivos inatos e universais – pois ninguém precisa ensinar uma criancinha a sorrir. Na França, Jeanne Luisie Calmet, falecido em 1997 aos 122 anos, afirmou que o segredo da longevidade é sorrir sempre.
Corroborando tudo isto, sabemos que no final de novembro de 2001, um estudo feito pelo Centro Médico da Universidade de Maryland (EUA), com a presença de especialistas de vários países, mostrou que rir protege contra infartos e doenças coronárias.
Focando agora o lado profissional, lembro que de início na Índia, e depois em todo o mundo, várias empresas têm o costume de fazer uma sessão de riso antes de iniciar a jornada diária de trabalho. O resultado é um aumento considerável na produção, em face do bem-estar físico e emocional dos trabalhadores, provocado pela elevação da dosagem de endorfina no organismo; um analgésico natural, redutor do estresse e da ansiedade e que alivia as tensões, sendo por isso recomendado no tratamento de depressões leves.
Durante cinco anos cataloguei anedotas, acumulando cerca de trezentas historietas dos mais diversos temas; sem nenhum preconceito ou palavrão desnecessário. Óbvio que ninguém leva uma topada e exclama: “fezes”. Seria falsidade subtrair desabafos, tanto quanto é hipocrisia criar piadas em torno de palavrões.
O certo é que existiu uma forte razão para que eu me desse ao trabalho de editar um catálogo com essa coleção de anedotas, ou seja, porque acredito no que apregoa há 96 anos (1922), a Seleções Reader´s Digest: “Rir é o melhor remédio”.
E se esse nosso catálogo, “HUMOR LEVADO A SÉRIO” e/ou os artigos que aqui serão publicados servir para melhorar o astral de uma só pessoa, já valeu à pena. Vamos tentar?
Aqui vai uma:
A recém-casada diz para o maridão: Amorzinho, você já dormiu com muitas mulheres? E ele responde: Não, querida. Só dormi com você; com as outras eu fico acordado.
Mais uma:
O presidente da empresa estava em dúvida se transar com a esposa após 25 anos de casado era prazer ou trabalho. Perguntou ao diretor geral; este ao adjunto e chegou até o estagiário que fazia mil coisas ao mesmo tempo: – É prazer ou trabalho? O estagiário responde: É Prazer, doutor. Surpreso, pergunta o adjunto: – E porque tanta certeza? Porque se fosse trabalho já tinham me mandado fazer. – diz o estagiário.
E para encerrar este nosso primeiro contato, deixo-lhes a sapiência do dramaturgo, escritor e poeta irlandês, Oscar Wilde:
Gostei Zé!
É muito bom te ver bem e trabalhando, fazendo o que te dá prazer. Continue e eu serei leitora com prazer.
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Adorei !!! Rir ainda é o melhor remédio mesmo!!!
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