Dando continuidade ao texto “Coisa”, publicado aqui no Blog em 01-AGO, destaco que é preciso colocar cada Coisa no seu devido lugar, pois para o pobre a Coisa está sempre feia, já que o salário-mínimo não dá para Coisa nenhuma. Já para o rico, com poder aquisitivo mais do que o suficiente, basta estalar os dedos para atrair todas as coisas que deseja. Só tem um concorrente à O Político desonesto, posto que quando está na oposição é uma Coisa, mas quando assume o poder, a Coisa muda de figura. Quando se elege, o eleitor pensa: Agora, a Coisa vai. Coisa nenhuma! A Coisa fica na mesma, pois uma Coisa é falar, outra Coisa é fazer. No setor musical quando a coisa tem conotações sentimentais, na maioria das vezes inteligentes, ela se destaca quando cantamos: Alguma coisa acontece no meu coração”, de Caetano Veloso. Por oportuno, destaco a minha filha, Marília Paes Cesário e a amiga Rosilei Montenegro, cumprimentando o Caetano:

E o magnífico letrista Vinícius de Moraes, reverenciou as meninas que ele via indo para a Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro: à Olha que coisa mais linda // Mais cheia de graça // É ela, menina que vem e que passa // Num doce balanço // A caminho do mar. E a Coisa fez história, pois no II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, estava na letra das duas vencedoras: Disparada, de Geraldo Vandré: à Prepare o seu coração, pras coisas que vou contar…”. E a Banda, de Chico Buarque: à Pra ver a banda passar, cantando coisas de amor. Já Milton Nascimento não ficou atrás e compôs: Amigo é coisa pra se guardar // No lado esquerdo do peito… Agora, finalizando essas minhas “elucubrações”, registro a definição definitiva que o Dicionário Online de Português nos fornece: COISA à O que caracteriza um fato, evento, circunstância, pessoa, condição ou estado. Exemplo: Essa chatice é coisa sua? Não me fale essas coisas! ((https://www.dicio.com.br › coisa)).
Até mais ver. Um abraço fraterno. JArtur.